segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Capítulo I

Certo dia, no meio da natureza, cheia árvores, belos animais e pássaros cantando, Henrick acorda com um barulho na moita a seu lado. Ao olhar na direção do barulho se depara com um "ser" que ele não sabia identificá-lo.
                Ambos curiosos ficam paralisados pelo choque do encontro inesperado. O "ser" misterioso com um olhar de admiração, vai de encontro ao Henrick e assim Henrick, com um olhar de medo continua no mesmo lugar.
                Ao se aproximar de Henrick, o "ser" começa a fazer alguns barulhos que deixa Henrick assustado, que logo começa a correr entre as árvores e animais da floresta. Henrick corre sem olhar para trás, nem ao menos sabe onde o "ser" se encontra. O "ser" confuso fica apenas admirando Henrick correndo e a bela paisagem a sua volta, e depois começa a caminhar pelos rastros na mata deixados por Henrick.
Depois de algum tempo, Henrick exausto pára em frente a um riacho de águas cristalinas, com peixes coloridos saltando, e ao longe uma maravilhosa queda d'agua. Descansando, na sombra de uma árvore gigante e com folhas verdes brilhando com o reflexo do sol, encontra uma bonita lagarta, na qual se comunicam mentalmente.
Ellen (a lagarta) e Henrick ficam confusos no começo com essa experiência, mas logo se tornam amigos, assim Henrick se distrai, esquecendo completamente do “ser” que a pouco ele encontrou no meio da floresta.
O “ser” chega onde o Henrick esta descansado e fica apenas observando seus movimentos e falas de longe, parece que é um modo de aprendizado para ele, “ser” fica perplexo com o que ele pode fazer.
Ellen percebe que tem alguém próximo a eles, e logo avisa para Henrick, que levanta assustado, coloca a Ellen na mão e corre desesperadamente rio abaixo.
Dessa vez, “ser” também corre, e descobre que é mais veloz que Henrick e solta umas risadas altas que ecoa na floresta, assustando mais ainda Henrick.
Ellen avisa para Henrick que o caminho está chegando ao fim, e logo depois disso, eles chegam ao final do caminho, outra queda d’água.
Henrick fica encurralado, entre precipício e “ser”.

Henrick acorda assustado, ofegante. Ao abrir os olhos percebe que a aventura não passou de um sonho.
Ou então, não passou de um pesadelo?

Um comentário:

  1. aiiin tá ficando lindo Wall.. já quero saber o resto, o desenvolver da história.

    #fatoo

    xeroo do MIKI

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